Fim-de-semana em Trás-os-Montes // Bragança

Monday, 23 March 2015

Bragança 03'15
Bragança 03'15
Bragança 03'15
Bragança 03'15
Bragança 03'15
Bragança 03'15
Bragança 03'15
Bragança 03'15
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Bragança 03'15
Bragança 03'15
Bragança 03'15
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PT
Durante o fim-de-semana passado fomos receber a Primavera a Trás-os-Montes!
É uma das zonas do país que menos bem conheço, talvez por questões de facilidade de transporte ou outros pretextos, acabo sempre por rumar ao Norte ou ao Sul, de preferência junto ao mar, mas desta vez escolhemos Bragança como ponto de partida para visitar outros lugares do Nordeste português.

Trás-os-Montes viu nascer artistas como Miguel Torga e Graça Morais, por exemplo, que mesmo depois de partirem para outros destinos veem a sua obra indissociável da terra e da humanidade da gente das suas aldeias, habituada a trabalhar o campo - uma fertilidade exigente, que marca linhas nos terrenos e nos rostos. São terras frias e montanhosas, mas de personalidade forte e cores robustas, como as pedras que constroem as suas casas.

No centro histórico de Bragança destaca-se a praça da antiga Sé e o Castelo, que convidam a um passeio ao longo de ruas estreitas, onde nos vamos cruzando com pequenas igrejas a cada esquina, como é habitual no norte do país.

Nota-se uma grande desertificação, sobretudo nas povoações mais pequenas, mas também uma constante presença de espanhóis, trazidos pela proximidade da fronteira.
A comida, essa, é um dos pontos fortes. Difícil é escolher, porque a vontade é provar um pouco de tudo (a menos que se seja vegetariano!) e o tempo não foi muito... enchidos de 1001 variedades, as famosas alheiras, carne de caça e porco bísaro, sempre acompanhados de bom pão e vinho, pois claro.

A estadia foi em Gimonde, na simpática Casa do Lúpulo do complexo A. Montesinho, um óptimo ponto de partida para ficar a conhecer as rotas do Parque Natural com o mesmo nome.
Se forem, não deixem de jantar no D. Roberto, o javali assado estava óptimo!

EN
Last weekend we welcomed Spring in Trás-os-Montes!
It's one of the areas of the country that I know less, perhaps for ease of transportation or other excuses, I always end up heading North or South, preferably by the sea, but this time we chose Bragança as a starting point to visit other places around Portuguese Northeast.

Trás-os-Montes is the birthplace of artists such as Miguel Torga and Graça Morais, for example, that even after leaving to other destinations see their artistic work inseparable from the earth and the humanity of people of villages used to work the fields - a demanding fertility, that carves the lines on land and faces. These are cold and mountainous lands, but with a strong personality and robust colors, such as the stones that build their homes.

In the historic center of Bragança there is the square of the old Cathedral and the Castle, which invite to a walk along narrow streets, where we pass by small churches around every corner, as is usual in the north.

It shows a great desertification, particularly in smaller towns, but also a constant presence of Spanish people, brought by the proximity of the border.
The food is another highlight. The difficulty is to choose, because you'll want to try a bit of everything (unless you're a vegetarian!) and we didn't have much time... 1001 varieties of typical sausages, the famous alheira, game meat and Bisaro pig, always accompanied by good bread and wine, of course.

Our stay was in Gimonde, in the amazing Lúpulo house of the complex A. Montesinho, a great starting point to get to know the routes of the Natural Park of the same name.
If you happen to go there, don't miss a nice dinner at D. Roberto, the roast wild boar was great!

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