Budapeste | Budapest | Budapest

Tuesday, 20 September 2011

Na semana passada levei-vos comigo a passear por Praga, agora é altura de irmos até Budapeste!
Depois de 4 dias inteiros passados na bela cidade de Praga, esperava-nos a mais longa viagem de comboio desta aventura: 7 horas, dentro de um comboio insuportavelmente quente e cheio de gente, onde a marcação (ou falta dela) de lugares cria sempre confusão... depois de ponderar fazer a viagem de noite, sobretudo para não desperdiçar praticamente um dia inteiro dentro de um comboio, acabamos por decidir-nos a viajar de dia - e ainda bem! Já não tenho idade para noites mal dormidas e o desconforto e incerteza em relação à segurança iriam certamente fazer estragos... Sendo assim, partimos com calma, a meio da manhã, para uma chegada a Budapeste ao fim da tarde.

Depois da estadia em Praga, tudo em Budapeste pareceu condenado a, talvez injustas, comparações: logo à saída da estação todos os que nos rodeavam pareciam mais duvidosos, os edifícios pareciam em pior estado de conservação, no metro não havia máquinas automáticas de venda de bilhetes (pelo menos a única não funcionava) nem aceitavam euros... e as carruagens pareciam saídas de um filme passado nos anos 50, com a sua iluminação retro e a ausência de avisos sonoros ou escritos acerca das próximas paragens. Quando tudo está escrito em húngaro, por vezes através de estranhas abreviaturas, a compreensão torna-se difícil... embora não impossível.
Não me interpretem mal: Budapeste é uma cidade fantástica, com muita história, cultura e vida para oferecer, mas talvez a designação de Pequena Paris da Europa Central seja um pouco exagerada e tenha feito subir as minhas expectativas. Não posso no entanto esquecer uma das grandes vantagens desta capital: foi a mais acessível de todas as que visitamos, o que nos permitiu manter uma média de gastos diários razoável, sobretudo quando as contas passaram a incluir (a caríssima) Viena.

Depois de jantar numa das muitas pizzarias que proliferam pela região, descansamos antes do início da visita propriamente dita, no dia seguinte...

dia 1 Começámos com um passeio de Peste para Buda através da bela Ponte das Correntes, um dos mais emblemáticos símbolos da cidade. Chegados à outra margem, e com a visita ao Bairro do Castelo em vista, subimos de funicular até ao pátio de acesso ao Palácio Real, onde percorremos séculos de arte e história na Galeria Nacional Húngara. Depois de admirar as abrangentes panorâmicas do topo da cúpula do Palácio, saímos para o pátio noroeste, onde nos esperava a curiosa estatuária da Fonte Mátyás.

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O passeio continuou em direcção à Igreja Mátyás, cuja arquitectura neo-gótica, pontuada pelos brilhantes azulejos que revestem a cobertura, serve de ponto de referência constante no perfil da margem de Buda, em contraponto ao Palácio Real. Atrás da Igreja distribui-se o miradouro do Bastião dos Pescadores que, tal como a nossa Torre de Belém, tem mais de belo do que de defensivo. Daqui tem-se fantásticas vistas para a margem de Peste, onde a Basílica de St Estêvão e o incontornável Parlamento se destacam.

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Depois de um passeio pelo pitoresco Bairro do Castelo, seguimos, corajosos, para a Colina Gellért. Embora se encontrem na mesma margem, não são locais propriamente próximos, como veio demonstrar o cansaço que sentíamos quando, depois de percorrer muitos caminhos, escadarias e atalhos, chegamos ao topo. ufa! Sim, é cansativo e talvez houvesse um modo mais inteligente e rápido de o fazer (de autocarro), mas o passeio faz parte do prazer - se não o tivéssemos feito, perderíamos a Estátua de S. Gellért, o medo de quase cair durante alguns atalhos menos próprios durante a subida e, claro, o alívio reconfortante de ter chegado ao topo. Talvez seja altura de dizer que, se em Praga o tempo nos pregou partidas, aqui S. Pedro mostrou-se bastante constante: o calor era insuportável... sempre! Suávamos em bica, mesmo parados, e quando arriscávamos uma escalada como esta, não havia garrafa de água que nos impedisse de quase desfalecer... ufa! Foi aí que decidi não me queixar mais das condições atmosféricas (pelo menos até chegarmos a Viena e o cenário ser outro).
Da cidadela no topo da Colina é possível ver mais de perto o Monumento da Libertação (que se vê ao longe de qualquer ponto da cidade) e admirar fantásticos enquadramentos de ambas as margens e suas pontes. Não resistimos a comer mais uma pizza no único restaurante à disposição, enquanto admirávamos a vista, com a calma merecida.

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Durante a descida, bem mais fácil, paramos na Igreja da Gruta (onde descobri que o milagre atribuído à nossa Rainha Santa Isabel pertenceu anteriormente, afinal, à sua tia-avó Santa Isabel da Hungria) e entramos nos deslumbrantes Banhos Gellért - um dos mais luxuosos de Budapeste.
Voltamos à margem de Peste pela Ponte Isabel, cumprimentámos o par composto pelos Palácios Klotild e percorremos, já de noite, a animadíssima Rua Váci, para terminar com um copo (ou mais) de cerveja num simpático bar perto de Deák tér.

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dia 2 Este seria, decididamente, um dia de descanso! Sendo Budapeste um paraíso de águas termais e a cidade dos banhos e spas por excelência, a nossa visita não ficaria completa sem passarmos pelo menos uma tarde de deleite dentro de água.

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Fomos de metro até ao Parque Városliget, onde visitamos o falso Castelo Vajdahunyad e o seu interessante lago, povoado de instalações de arte contemporânea. Passámos o resto da manhã no Museu de Belas-Artes e a partir do início da tarde estivemos de molho nos Banhos Széchenyi.
Nunca tinha estado em termas ou spas e não sabia muito bem o que esperar do maior complexo termal da Europa. Adorei! As instalações estão divididas entre 3 piscinas exteriores (cuidado que numa delas é obrigatório usar touca) e diversos tanques interiores, divididos por várias salas. Os tanques sucedem-se, com águas de diferentes características e temperaturas e, embora de início pareça estranho, este é um hábito que facilmente se adquire: é delicioso entrar num dos tanques, medir a temperatura, sentir o seu efeito no corpo, inspirar os vapores e ficar simplesmente sentado à espera que o tempo passe... Repetimos o processo várias vezes, intercalando os tanques mais quentes (que podiam atingir os 40 graus), com os mais frios (que baixavam para os 18 graus), os intermédios (geralmente por volta dos 36 graus), mas também com as saunas e banhos turcos. Muito bom!
Depois de um dia destes, só mesmo mais umas cervejas para terminar a noite com muita descontracção...

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dia 3 Neste dia, começamos por espreitar a Ópera Nacional e por visitar a imponente Basílica de St Estêvão, de impressionante arquitectura neoclássica. Aqui não resistimos a subir à cúpula (já não subíamos a torres desde Praga, tínhamos saudades) para agora poder admirar as vistas para a margem de Buda - e como eu gosto, não só das vistas, mas também dos enfiamentos!

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Seguimos depois para o Parlamento, onde uma fila de mais de 1h fazia derreter os mais pacientes e resistentes ao calor... conseguimos, depois do esforço, integrar a visita guiada em inglês das 14h, onde pudemos admirar o fantástico interior do edifício ao som de algumas descrições e histórias curiosas. O Parlamento, símbolo de Budapeste, é dado como o maior edifício do país e baseia-se, como já terão percebido, no Parlamento de Londres. A visita mostra a sumptuosidade dos interiores, onde se destacam a Sala Abobadada que pontua o centro do edifício, e a Câmara dos Deputados.

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Era já meio da tarde quando nos sentamos para um almoço tardio numa das muitas barracas de fast food caseira na Ilha Margarida. Esta ilha no meio do Danúbio é acessível pela Ponte Margit e pela Ponte Árpád em cada um dos extremos. Nós aproveitámos para descer à cota da ilha a partir da Ponte Margit e percorrê-la de uma ponta à outra, passando por uma série de jardins, ruínas, fontes, estátuas e outros pontos de interesse como o complexo de piscinas, a praia fluvial, a Torre da Água ou o Jardim Japonês.
O regresso à cota da cidade foi no final feito pela Ponte Árpád, que nos levou agora ao lado de Buda, onde ainda passeamos um pouco por Víziváros antes de regressar a Peste pela Ponte das Correntes, agora sob os contornos da bela iluminação nocturna.
Para jantar aventurámo-nos pela Király utca, que nos levou a uma zona cheia de animação, numa cidade onde, entre restaurantes, bares e o entusiasmante conceito de ruinpubs, não falta vida nocturna!

dia 4 No nosso último dia em Budapeste, preparados já para partir de comboio para Viena a meio da tarde, fizemos uma visita à maior Sinagoga da Europa, com direito a uma interessante visita guiada. Aqui, os pontos fortes residem, tanto no edifício, como na simbólica escultura de um salgueiro-chorão, que homenageia os milhares de judeus húngaros mortos durante a II Guerra Mundial.

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Depois de passar em frente à fachada do Museu Nacional Húngaro, optamos antes por visitar o Mercado Central, um lugar típico cheio de gastronomia e produtos locais - para turista ver e não só. É fantástica a festa de cores, cheiros e pratos de conteúdo indecifrável, mas de ar apetitoso. São muitos os enchidos, os doces, as frutas e vegetais, muitos os postais e artesanato local mais ou menos padronizado. O edifício e o ambiente algo caótico valem a pena a visita.
O caminho de volta ao hotel foi agora feito pela marginal onde ainda tivemos tempo de cumprimentar a Princesinha - a estranhamente baptizada escultura de um rapaz junto à linha de eléctrico que nos separa do rio.

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O final estava próximo... antes de entrar no comboio das 17h de partida para Viena, só tivemos tempo de ir ao hotel buscar as malas e despedir-nos do calor de Budapeste... agora esperáva-nos um sofisticado comboio com ar condicionado que nos deixaria, passadas cerca de 3h30 na deslumbrante Viena. Espero que tenham gostado de Budapeste... para a semana há mais!

[Este foi o segundo post de uma série que pretende retratar a viagem de férias de duas semanas pela Europa Central. Na semana passada levei-vos até Praga, hoje viajámos até Budapeste e durante as próximas semanas irão viajar por Viena e Bratislava.
Espero que gostem! Não se esqueçam de ver aqui todas as fotos de Praga e aqui todas as fotos de Budapeste.]


Last week I took you to Prague, now it's time to visit Budapest!
After 4 full days spent in the beautiful city of Prague, we had ahead the longest train journey of this adventure: 7 hours inside a crowded and unbearably hot train, where seat reservation (or the lack of it) always creates confusion... After considering making the trip at night, so we wouldn't waste almost a whole day in a train, we ended up deciding to travel by day - and thank goodness! I'm too old for sleepless nights and the discomfort and uncertainty about our security would surely make damage... Therefore, we traveled with calm, leaving in the morning to arrive in Budapest by the afternoon.

After the stay in Prague, all in Budapest seemed to be fated to, perhaps unfair, comparisons: outside the train station everyone seemed a bit doubtful, the buildings seemed in worse condition, there were no vending machines for tickets at the subway (the only one didn't work) and they didn't accept euros... the subway carriages appeared out of a 50's movie, with its retro lighting and the absence of sound or written warnings about the next stop. When everything is written in Hungarian, sometimes through strange abbreviations, comprehension becomes difficult... but not impossible.
Don't get me wrong: Budapest is a fantastic city with much history, culture and life to offer, but maybe the title of Little Paris of Central Europe is a bit exaggerated and has raised my expectations. I can't however forget one of the great advantages of this capital: it was the most accessible of all we visited, which allowed us to maintain a reasonable average daily expenses, especially when the bills come to include (the very expensive) Vienna.

After dining in one of the many pizzerias that abound in the region, we relaxed before the start of the visit the next day...

day 1 We began with a tour from Pest to Buda through the beautiful Chain Bridge, one of the most emblematic symbols of the city. After reaching the other shore, and having the visit to the Castle Hill in mind, we went up by funicular to the forecourt of the Royal Palace, where we visited centuries of art and history in the Hungarian National Gallery. After admiring the great panoramic views from the top of the dome's Palace, we went out to the northwest courtyard, to have a look at Mátyás Fountain.
The tour continued towards Mátyás Church, whose neo-Gothic architecture, punctuated by the bright tiles that cover the roof, serves as a constant reference point in the profile of the Buda side, in addition to the Royal Palace. Behind the church is set the Fisherman's Bastion, a viewpoint more beautiful than defensive. From here you have fantastic views to Pest riverside, where the Basilica of St Stephen and the unavoidable Parliament stand out.
After a stroll through the picturesque Castle Hill, we where brave enough to walk to Gellért Hill. Although in the same riverside, these are not exactly close sights... we were actually quite tired when, after traveling many routes, stairs and shortcuts, we reached the top. whew! Yes, it's tiring and there might be a smarter and faster way to do so (by bus), but the walk is part of the pleasure - if we hadn't done it, we would miss St Gellért Statue, the fear of almost falling over during some less advisable shortcuts and, of course, the soothing relief to have reached the top. Maybe it's time to say that, if in Prague we had some surprises with the weather, here St Peter was fairly constant: the heat was unbearable... always! We sweated profusely, even standing still, and when riskink a climb like this one, there was no bottle of water that would prevent us from almost faint... whew!
From the citadel on top of the hill you can see more closely the Liberation Monument (who is seen far away from anywhere in the city) and admire fantastic views of both riversides and its bridges. We didn't resist eating more pizza at the only available restaurant while we admired the view, with deserved calm.
During the descent, much easier, we stopped at the Cave Church and entered the beautiful Gellért Baths - one of the most luxurious in Budapest.
We returned to Peste's side by Elizabeth Bridge, saluting the pair of Klotild Palaces and walked, in the evening, along the lively Váci Street, to finish the night with a glass (or more) of beer in a friendly bar near Deák tér.

day 2 This would definitely be a resting day! Budapest is a paradise of thermal springs and this is the city par excellence of baths and spas, so our visit wouldn't be complete without spending at least half a day of delight in the water.
We took the subway to Városliget Park, where we visited the false Vajdahunyad Castle and its interesting lake, filled with contemporary art installations. We spent the rest of the morning at the Museum of Fine Arts and from then on we went soaking in Szechenyi Baths.
I had never been to spas and didn't really know what to expect from Europe's largest spa complex. I simply loved it! The facilities are divided into three outdoor pools (in one of them is required to use cap) and many tanks inside, divided through several rooms. The tanks multiply, with waters of different characteristics and temperatures, and although at first seems strange, this is a habit that is easy to get: it's delicious to enter a tank, measure the temperature, feel its effect in the body, inspire the vapors and just sit waiting for time to pass... We repeated the process several times, alternating warmer tanks (which could reach 40 degrees) and coldest ones (which lowered to 18 degrees) with some intermediate (usually around 36 degrees), but also with saunas and Turkish baths. So good!
We could only end a day like this with a few more beers to extend the feeling of relaxation through the evening...

day 3 This day started with a peek at the National Opera and a visit to the imposing Basilica of St Stephen's and its impressive neoclassical architecture. Here we couldn't resist climbing to the dome to now be able to admire the views of Buda side.
Then we followed to the Parliament, where a queue of more than 1 hour could melt even the most patient and heat-resistant one... after the effort we were able to integrate the 2 p.m. English guided tour, to admire the fantastic interior of the Parliament building to the tune of some curious stories and descriptions. The Parliament, a symbol of Budapest, is given as the largest building in the country and is based, as you might have wandered, in London's Parliament. The visit shows the sumptuousness of the interior, with highlights to the vaulted room that punctuates the center of the building, and the Chamber of Deputies.
It was already mid-afternoon when we sat down for a late lunch at one of the many stalls on Margarita Island. This island in the Danube is accessible from the Margit Bridge and Árpád Bridge on each end. We went down at Margit Bridge and walked along the island from end to end, through a series of gardens, ruins, fountains, statues and other points of interest such as the swimming pool complex, the river beach, the Water Tower or the Japanese Garden.
The return to the city was made by Árpád Bridge, which now took us to Buda side, where we still walked a bit around Víziváros before returning to Peste by the Chain Bridge, now under the contours of the beautiful night lights.
For dinner we ventured by Király utca, which led us to an area full of animation. This is really an exciting city where, among restaurants, bars and the cool concept of ruinpubs, there's a lively night life!

day 4 In our last day in Budapest, we were already prepared to depart by train to Vienna in the afternoon, but we still made a visit to the largest synagogue in Europe, in the company of an interesting guided tour. Here, the highlights lie both in the building, as in the symbolic sculpture of a weeping willow, which honors the thousands of Hungarian Jews killed during World War II.
After passing in front of the facade of the Hungarian National Museum, we decided to visit the Central Market instead, which is a place full of typical local products and cuisine. It's a fantastic feast of colors, scents and dishes with an indecipherable but appetizing content. Many sausages, sweets, fruits and vegetables, many postcards and local more or less standardized crafts. The building and the somewhat chaotic environment are worth the visit.
The path back to the hotel by the river took us to the Little Princess - the strange name of a sculpture of a boy placed near the tram line that separates us from the river.

The end was near... before entering the 5 p.m. train to Vienna, we only had time to go get the bags to the hotel and say goodbye to the heat of Budapest... then we entered in a sophisticated air-conditioned train that would leave us, after about 3 and half hours in stunning Vienna. I hope you enjoyed Budapest... there'll be more next week!

[This post was the second of a series that intends to talk about the 2-week Summer travel across Central Europe. Last week I showed you Prague, today we went to Budapest and during the next weeks we'll travel to Vienna and Bratislava. I hope you enjoy!
Don't forget to check out all the photos taken in Prague here and all the photos taken in Budapest here.]


5 comments:

  1. By coming to Budapest you definitely got a taste of the Balkan :). Partly I got used to the bad conditions you mentioned, such as the misery of the train stations and the public transport, but in the same time they wreck my nerves too often. It was really interesting to read your post though.

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  2. Só pr'a semana? Agora que eu estava tão embrenhada que quase me vi a apanhar o comboio para Viena :)

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  3. Olá!
    Tenho este post e o de Praga guardados na minha pasta para quando chegasse a altura de ir também eu a estes lados. E tcharan! Lá por Agosto assim espero!

    Gostava de te pedir se há algumas dicas sobre passes de museus ou combinados, sugestões low-cost ou alguma tourist trap a evitar que possas partilhar sobre estas duas cidades. Se preferires, podes enviar-me um mail para lerachelet arroba gmail ponto com.
    Bjis!

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  4. Um lugar a ir, sem dúvida ;)

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