{press pause for the weekend} Easter and more

Monday, 25 April 2011

Porto | street art (01)
Porto | street art (04)
Porto | street art (03)
Porto | street art (02)
Matosinhos | Domingo de Páscoa (06)
Matosinhos | Domingo de Páscoa (04)
Matosinhos | Domingo de Páscoa (03)
Matosinhos | Domingo de Páscoa (02)
Matosinhos | Domingo de Páscoa (05)
Matosinhos | Domingo de Páscoa (07)

Este fim-de-semana prolongado tem tido um certo sabor agridoce... é bom ter uma sucessão de feriados pela frente, mas ao mesmo tempo há um trabalho que tem que ser feito e entregue... o sol tem aparecido, mas sempre ameaçado pela chuva... e para azar, os dois dias que escolhemos para sair foram os piores dos quatro.

A Páscoa foi passada em família, entre um almoço farto, sem desnecessárias alusões religiosas. A cidade tem parecido deserta quando comparada a outros fins-de-semana: há muitos que partem para se juntarem à família noutras terras e muitos outros que aproveitam para festejar a data noutras paragens, com sabor a férias. Nós que ficámos por cá passeamos por uma cidade húmida onde a promessa de sol parecia um engano. Em pleno Domingo de Páscoa, em Matosinhos, uma solarenga marginal repleta de gente transformou-se numa planície deserta à mercê do dilúvio, onde só algumas gaivotas na areia e alguns corajosos surfistas no mar resistiam. Nós, do interior do café que antes era esplanada, observámos o espectáculo com a inércia de alguma frustração escondida a impedir-nos melhor reacção. Só quando a chuva prometeu parar conseguimos sair para uma escapada até ao cinema.

Depois de algumas tentativas mal-sucedidas ao longo das últimas semanas (talvez meses!) e de muita vontade reprimida de voltar ao cinema, conseguimos finalmente ver um filme! Nos últimos tempos, entre filmes muito pouco promissores e sessões a horas inconvenientes, temos regressado do shopping sem conseguir ver qualquer filme... ontem, mesmo chegando quase 15 minutos atrasados (pela primeira vez na vida agradeci a excessiva extensão da publicidade no início da sessão!) conseguimos assistir a'O Código Base, onde pelo meio de um conceito futurista interessante, foi um prazer ver Jake Gyllenhaal a encher o ecrã.

Hoje, em jeito de celebração do 25 de Abril, deixo-vos com um clássico de 1974, do meu cantautor da época preferido... Sérgio Godinho.

E a vossa Páscoa, como foi?


This long weekend is being some kind of bittersweet... is good to have a succession of holidays ahead, but on the other hand there's a presentation that has to be done... the sun has appeared, but always threatened by rain... and by mischance, the two days we chose to go out were the worst of the four.

Easter was spent with the family, including a substantial lunch, without unnecessary religious allusions. The city has seemed deserted when compared to other weekends: many people chose to leave to join the distant family and many others prefered to celebrate the date elsewhere, in holiday mode. We stayed and walked around a wet city where the promise of sun seemed a delusion. In the middle of Easter Sunday, in Matosinhos, a sunny seaside full of people turned into a desert plain at the mercy of the flood, where only a few gulls on the sand and a few brave surfers in the sea remained. Sitting in the interior of the cafe that was a terrace minutes before, we watched the show with the inertia of some hidden frustration that prevented us from a better response. Only when the rain promised to stop we decided to leave and escape to the cinema.

After several unsuccessful attempts over the last few weeks (maybe months!) and a lot of kept desire to return to the movies, we finally made it! Recently, between unpromissing films and incovenient session schedules, we have returned from the shopping unable to see any movie... yesterday, even reaching it almost 15 minutes late (for the first time ever I thanked the excessive extension of advertising at the beginning of the session!) we managed to watch Source Code, where in the middle of an interesting futuristic concept, it was a pleasure to see Jake Gyllenhaal filling the screen.

Today, to celebrate April 25, I leave you with a classic from 1974 by one of my favorite revolutionary song writers of that time... Sérgio Godinho.

How about your Easter?

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