1ª Bienal de Arte de Gaia

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Thursday, 30 July 2015

Porto | Gaia
Porto | Gaia
Porto | Gaia
Porto | Gaia
Porto | Gaia
Porto | Gaia
Porto | Gaia
Porto | Gaia
Porto | Gaia
Porto | Gaia
Porto | Gaia
Porto | Gaia
Porto | Gaia
Porto | Gaia
1. View from Serra do Pilar 2. Mosteiro da Serra do Pilar 3. 4. 5. 6. 7. Casa Barbot 8. Casa-Museu Teixeira Lopes 9. 10. 11. 12. Associação Nacional de Designers 13. View from Rua do General Torres 14. View from Rua Pilar

PT
Está a decorrer a 1ª Bienal de Arte de Gaia até 8 de Agosto, numa série de espaços da cidade.
Um excelente pretexto para ver obras de artistas novos e consagrados, ficar a conhecer alguns espaços de referência que ainda não tinha tido oportunidade de visitar e ainda percorrer algumas ruas de Gaia com algumas das melhores vistas para o rio Douro e a cidade do Porto.

Desde a vista clássica e imperdível a partir da Serra do Pilar, até aos enquadramentos menos óbvios a partir da Rua de General Torres e, sobretudo, das muitas subidas e descidas que ligam a zona ribeirinha ao Jardim do Morro... as possibilidades de visitas a exposições e passeios são imensas.

EN
It's taking place the 1st Bienal of Art of Gaia until August 8, in a series of spaces around the city.
An excellent excuse to see art works by new and established artists, get to know some interesting spaces I didn't yet had the opportunity to visit and even walk along some streets of Gaia with some of the best views of Douro River and the city of Porto.

From the classic and must-see view from Serra do Pilar, to some less obvious frameworks from Rua do General Torres and especially the many ups and downs that connect the waterfront to Jardim do Morro... the possibilities of visits to exhibitions and tours are immense.
If you happen to be around, don't miss it too!

Joalharia e Arquitectura | Tincal lab Desafio 2015

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Monday, 27 July 2015


[Santiago Calatrava, Auditório de Tenerife, Spain, 2003]

PT
Muitos de vocês já acompanham o meu novo projecto: Tincal lab.
Para além de ser o meu novo atelier - o meu espaço de trabalho, onde podem fazer-me uma visita e ver as minhas peças ao vivo - é também uma plataforma virtual que desenvolvo em conjunto com a Telma, com o principal objectivo de promover a joalharia contemporânea.

Sob o mote curadoria e experimentação em joalharia contemporânea, queremos promover colaborações e eventos que ajudem a dinamizar esta área criativa tão rica.
Lançamos para já um primeiro desafio a joalheiros de diferentes países e linhas de trabalho: a criação de até 3 peças inspiradas pelo tema Joalharia e Arquitectura, que irão integrar um evento de exposição e venda, a realizar no Porto, antes do final de 2015.

Deixo aqui o convite a quem quiser participar!
Para mais informações sobre o evento cliquem aqui, e aqui para se juntarem a nós no facebook.

EN
Some of you already know about my new project: Tincal lab.
Besides being my new atelier - my workspace where you can also make me a visit and see my work - is also a virtual platform that I develop together with Telma, with the main objective to promote contemporary jewelry.

Under the motto curating and experimenting in contemporary jewelry, we want to promote collaborations and events that help to invigorate this amazing creative area.
For now, we're launching a first challenge to jewelers of different countries and lines of work: the creation of up to 3 pieces inspired by the theme Jewelry and Architecture, to take part in an event of exhibition and sale to be held in Porto, before the end of 2015.

I leave here the invitation to everyone who want to take part!
For more information about the event click here, and here to join us in facebook too.

Sangria

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Thursday, 23 July 2015



PT
O tempo de Verão é ideal para momentos de preguiça ao sol, seja na esplanada, na praia, no parque... ou simplesmente à volta de um churrasco lá em casa! Daqueles que se prolongam descontraidamente durante toda a tarde de Domingo... no fim-de-semana passado experimentei pela primeira vez acompanhar a refeição com uma sangria caseira, de receita simples e inventada na hora e fiquei fã!
Experimentem também, com estes ou outros ingredientes, o que importa é usarem o vosso gosto e a imaginação.

Juntei num jarro:
1 garrafa de vinho verde tinto fresco
25cl de água tónica fresca
1 maça com casca cortada às fatias
1 laranja com casca cortada em pedaços
1 pau de canela
bagas de zimbro, a gosto
folhas de hortelã, a gosto
açucar, a gosto
e, para os mais corajosos, uma malagueta pequena ;)

Bom Verão para todos!

EN
Summer time is perfect for moments of laziness in the sun, either on the terrace, on the beach, in the park... or just around a barbecue at home! Those that last all Sunday afternoon... last weekend I tried for the first time a homemade sangria to go with the meal - a simple recipe invented at the time and now I'm a fan!
Try it too, with these or other ingredients, just use your taste and imagination.

I gathered in a jar:
1 bottle of fresh red vinho verde (it's a Portuguese variety, but use what you will!)
25cl of fresh tonic water
1 unpeeled apple cut into slices
1 orange with peel cut into pieces
1 cinnamon stick
juniper berries, to taste
mint leaves, to taste
sugar, to taste
and, for the brave, a little chilli ;)

Good Summer to all!

Solar Collection in the online shop!

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Monday, 20 July 2015

Solar Collection | necklace
Solar Collection | necklace
Solar Collection | necklace
Solar Collection | necklace
Solar Collection | earrings
Solar Collection | earrings
Solar Collection | rings
Solar Collection | rings
Solar Collection

PT
Formas estilizadas aliam a articulação de elementos geométricos com a inspiração das curvas que desenham o pôr-do-sol.

A nova Solar Collection já chegou à loja online!
São peças com movimento e linhas bem definidas, desenhadas para combinarem bem entre si, mas com uma personalidade forte e independente, que dificilmente passará despercebida... Vejam toda a colecção aqui.

EN

Stylized shapes combine the articulation of geometric elements with the inspiration of the curves that draw the sunset.

The new Solar Collection arrived to the online shop!
Pieces with movement and well-defined lines, designed to go well together, but with a strong and independent personality, that will hardly go unnoticed... check here all the collection.

Para Onde Vão os Guarda-Chuvas // Afonso Cruz

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Tuesday, 14 July 2015



Tal como Elahi, Isa temia que a felicidade fosse apenas a maneira que o universo tem de nos fazer sofrer, um método atroz que faz com que experimentemos a saciedade e uma espécie de alegria, para depois nos retirar isso tudo, nos puxar o tapete e nos levar a uma infelicidade de efeito mais profundo. A melhor maneira de fazer uma pessoa cair é levá-la para um lugar alto, o universo sabe fazer isso muito bem, sabe levar-nos para cima das coisas para melhor nos empurrar. Não se empurra uma pessoa que está no chão, é preciso ampará-la primeiro, é preciso fazê-la subir umas escadas. É preciso que a pessoa sinta vertigens. É preciso que caia de muito alto. É assim que o universo ri.

Afonso Cruz, Para Onde Vão os Guarda-Chuvas, p 472

PT
Foi um pouco por acaso que me cruzei com Afonso Cruz na Feira do Livro do Porto no ano passado, mas na altura não resisti a pedir-lhe para autografar este Para Onde Vão os Guarda-Chuvas, que terminei de ler há pouco. A compra foi por impulso, mas algo me dizia que não iria arrepender-me.

É mais um delicioso livro de pequenos tesouros. Um livro que fala de dor, perda, violência, pobreza e morte,  mas também de poesia, da beleza das pequenas coisas que fazem os nossos dias valer a pena.
Um livro que nos deixa de coração apertado, a pensar na inevitabilidade da perda e na difícil possibilidade de redenção em que todos queremos acreditar.
Um livro que nos faz pensar que somos tão pequenos, mas no fundo não somos assim tão diferentes uns dos outros - mesmo quando só vemos as diferenças - que a religião pode ser universal, mesmo que seja tantas vezes motivo de discórdia e incompreensão, que é possível que dentro de cada um de nós exista um universo maior do que o que (des)conhecemos cá fora.

Este equilíbrio absurdamente/moralmente/esteticamente desequilibrado será justo?
Será a perda irremediável?
Poderemos nunca vir a ter respostas, mas questionarmo-nos será sempre uma necessidade.

EN
It was somewhat by chance that I met Afonso Cruz at the Book Fair of Porto last year, but at the time I still couldn't resist asking him to sign this Para Onde Vão os Guarda-Chuvas [Where Do Umbrellas End Up?], I finished reading not long ago. The purchase was on impulse, but something told me I wouldn't regret it.

It's a delightful book of small treasures. A book that speaks of pain, loss, violence, poverty and death, but also of poetry, of the beauty of small things that make our days worthwhile.
A book that leaves us with a heavy heart, thinking about the inevitability of loss and the difficult possibility of redemption in which we all want to believe.
A book that makes us think that we are so small, but deep down we are not so different from each other - even when we only see the differences - that religion may be universal, even if it is often a bone of contention and misunderstanding, that is possible that within each of us there is a larger universe than the one we (un)know outside.

Is this absurdly/morally/aesthetically unbalanced balance fair?
Is loss irreparable?
We may never reach the answers but asking will always be a necessity.

Ana Pina | blog All rights reserved
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